A vida, muitas vezes, apresenta diante de nós os deveres que temos de cumprir e aquilo que gostaríamos de fazer e é preciso ponderar o significado do que vivemos para equilibrar cada momento.
Temos um mundo construído diante de nós e que se mostra tão órfão ao mesmo tempo. Passamos pela vida cumprindo papéis e nem nos importamos com o sentido primeiro pelo qual estamos aqui.
Como é triste perceber uma travessia da vida que se envelhece nos sonhos, nas escolhas e nas frustrações. O que torna a nossa existência bela é o legado que deixamos para as pessoas ao nosso redor, o que nos fará eternos. Quais escolhas fazemos no dia a dia e quais critérios utilizamos para fazer tais escolhas? Buscamos o passageiro ou o eterno? Onde estamos construindo o nosso verdadeiro tesouro?
Cada um de nós é chamado a dar na própria medida, mantendo o próprio equilíbrio. Diante dos problemas que encontramos, a nossa atitude é parar e analisar, entender e enfrentar com determinação. Não existem problemas eternos se não os tratarmos assim.
Sempre é bom aprender com os próprios problemas, o que leva tempo e espera de cada um, um pouco de paciência. Que nossa vida não seja uma interpretação, mas que possamos dar sentido a cada escolha realizada e, mesmo diante das frustrações, dar a oportunidade de um novo recomeço, pois o belo é não ficar imóvel diante da queda, mas erguer-se e continuar o próximo passo.
Que nossas escolhas sejam autênticas, livres e inteligentes. Que o tempo disposto para seguir o caminho escolhido seja sempre de amadurecimento e calma. Deixemos o cansaço de lado e as desculpas de fora. É tempo de escolher pela vida com todos os desafios que ela nos traz. É vivendo que seremos capazes de construir o nosso legado de bondade.